Só Vibras!

SÓ VIBRAS – Festival de Vibrafone

Em Janeiro de 2016, com apoio da JOG, (Fabricante brasileiro de vibrafones) comecei a estruturar o festival, inicialmente como um encontro, após notar que não temos nada semelhante no Brasil. Com o auxílio luxuoso de Guga Stroeter, Beto Caldas e André Juarez, cheguei a um formato, onde cada vibrafonista montou o seu grupo.

Foram 11 shows, com total aceitação da mídia. Vários instrumentistas, cada um com sua “leitura” e estilo. A partir deste retorno, resolvi transformar este encontro de vibras no festival SÓ VIBRAS.

Em 2017, o festival abre a programação musical da Unibes Cultural com 6 dias de Vibrafone.

A ideia do financiamento coletivo veio da necessidade de se obter uma estrutura de produção que possibilite a vinda de artistas de fora de São Paulo, além de registrar este encontro.

Ano passado tivemos o Fred Selva (BH) e Duo Clavis (Londrina)!

Para aumentar o horizonte do vibrafone, neste leque de possibilidades, o festival pretende produzir um DVD- CD contando com 2 faixas de cada grupo. Como contrapartida os apoiadores da cultura, participarão desta gravação, garantindo seu CD-DVD autografados pelos artistas.

 

Participaram da primeira edição:

 

Para esta edição, convidaremos outros vibrafonistas para juntarem-se à eles.

Contamos com seu apoio para VIBRARMOS juntos !!

 

Lucia Rodrigues - Idealização e Produção

Lu Lopes - Produção

 

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Sobre os vibrafonistas:

 

BETO CALDAS

O Vibra por Beto Caldas Doce Celeste Água, Metálico Percussivo e se quiser Agressivo...siga as bolinhas cantantes!!!”

O grupo surgiu do encontro de músicos que com a vontade de tocar a boa musica brasileira unida ao espaço que possibilite a criatividade da improvisação jazzística e o antigo clima das gafieiras dançantes, no espírito de trazer ao publico um momento de expressão e divertimento, no qual quem dança e quem toca se unem em uma só linguagem.

No repertorio do grupo foram escolhidas grandes perolas do samba com o intuído de que através de um reconhecimento direto das melodias, o contato com o publico já se estabeleça de imediato, criando assim uma sincronicidade, e com arranjos originais e que dão espaço de improvisação para os músicos.

Com uma formação inusitada o “Telecoteco Samba Jazz Clube” é formado por Vibrafone, Cavaquinho, Piano, Baixo, Bateria e Voz.

No repertorio escolhemos alguns sambas consagrados de vários autores importantes e damos um tratamento com arranjos interessantes, aonde sempre surgem espaços para improvisação e que é justamente ai que esta a característica jazzística da banda 

no repertorio estão musicas de Chico Buarque ,Eduardo Gudim, Paulinho da Viola, Gonzaguinha, Cartola e vários outros....

a ideia e que o publico reconheça as musicas cante dance e se delicie com os improvisos dos músicos...

O Grupo é formado por:  Beto Caldas (vibrafone), Luana Gaudy (voz), Juninho Alves  (cavaquinho), Fabiano de Castro (piano), Marcos Eduardo Klis (contra baixo) e Edson Ghilardi (bateria).


https://youtu.be/PCHcuzUdBBk

https://youtu.be/PWWZd2aUqW4

https://youtu.be/fagN12IfsYg

 

RICARDO VALVERDE TRIO

O Vibra por Ricardo Valverde: O Vibrafone no Brasil e suas vozes, desde a chamada da vinheta na Rádio Nacional, até os dias de hoje”

Ricardo Valverde apresenta o repertório de seu segundo cd que será lançado em 2016.

Nele Valverde explora a formação de trios utilizando como referência artística três estéticas de sonoridade que o instrumento vibrafone teve no Brasil:

A sonoridade do Brasil Regional, dos Festivais e Canções e o Brasil Contemporâneo.

Acompanhado por Matteo Papaiz- baixo elétrico e acústico e Paulo Serau-  guitarra e violão de 6 cordas , Valverde apresenta  composições autorais num show de 60 minutos de duração.

REPERTÓRIO: PECINHA, MIMIZANDO, DO OUTRO LADO DO QUINTAL, MOÇAMBIQUE, FLOR DE SAL, FEIRINHA DO APINAGÉS, CANDINHA, CHORO PRA BIA, NO LIMÃO, VINHETA

 

NATH CALAN

Vibrafone e música cênica com Nath Calan.

O Vibra por Nath Calan :"O vibrafone é um instrumento extremamente versátil que pode e é usado nos mais variados gêneros musicais como jazz, choro, repertório clássico e também na música cênica, como mostrarei no meu concerto."

No concerto, a percussionista Nath Calan irá tocar distintas obras musicais compostas para vibrafone que também utilizam cena teatrais e ações de fala, realizando assim um concerto de música cênica ou também chamado teatro musical.

O vibrafone é um instrumento com belíssima sonoridade e que se adequa aos mais variados gêneros musicais, como jazz, choro, repertório “clássico”, repertório contemporâneo específico para o instrumento e também música cênica.

Nesse concerto as sonoridades do instrumentos serão exploradas juntamente com a apresentação de personagens que tratam de assuntos como solidão, angústia, família e sociedade, dentre outros temas abordados por textos como “Valsa n.6” de Nelson Rodrigues e também questões abordadas por compositores como Artur Rinaldi na obra “Sonhos”.

O repertório será todo formado por obras que utilizam vibrafone mas que também se enquadram no gênero musical música cênica.

 

NELTON ESSI

O Vibra por Nelton Essi: Rítmico como uma bateria e com os atributos melódico-harmônicos de um piano, o Vibrafone já faz parte do universo sonoro brasileiro e se mostra versátil em todas as vertentes musicais.”

O choro, o samba e a bossa nova carregam consigo características rítmicas muito semelhantes. O choro com suas influências europeias, o samba com sua "candura" popular e a bossa com toda sua modernidade, misturando a harmonia do jazz americano com o batuque do morro. O duo formado pelos irmãos Simone e Nelton Essi passeia por esses três mundos de forma não convencional, misturando instrumentos cuja interação no mundo musical é rara. Permeando funções, cantam e percutem de formas inusitadas. Vibrafone, bateria, pandeiro, tamborins, ganzás e diferentes timbres de voz fazem de um repertório familiar uma experiência surpreendente e deliciosa de se revisitar.

Repertório: Rosa (Pixinguinha, Carinhoso (Pixinguinha), Requebre que eu dou um doce (Dorival Caymmi), Nega maluca/ Nego maluco (Fernando Lobo/Edu Lobo), Kid Cavaquinho (João Bosco)

Sem meu tamborim não vou (Sereno), Sábado em Copacabana (Dorival Caymmi), Amor em paz (Tom Jobim), Chovendo na Roseira (Tom Jobim), Triste (Tom Jobim), Insensatez (Tom Jobim)

A paz (Gilberto Gil), Letter from home (Pat Metheny), Chiclete com banana (Jackson do Pandeiro)

Sobre Essi Duo (Nelton Essi)

Formado em 2015, Essi Duo é o projeto musical de voz, vibrafone e percussão brasileira, integrado pelos irmãos Nelton Essi e Simone Essi, com a proposta de trazer uma releitura dos clássicos da música popular do Brasil, da música pop internacional e do jazz - sempre partindo do olhar do músico brasileiro que dialoga com a música do mundo.

Desde seus primeiros contatos musicais, desenvolveram singular apreço pela música brasileira, sua diversidade, seus autores e seus intérpretes, e vem realizando interessada pesquisa e divulgação da cultura, folclore e arte do Brasil, além de interpretar jovens compositores da moderna música brasileira.

A história musical do Brasil, tem sido o alvo de suas investigações, que traçam na linha imaginária do tempo, conexões entre o erudito e o popular, o sacro e o profano, o nacional e o internacional, entre poetas e músicos, autores e intérpretes. Acima de tudo, o amor pelo potencial humano de se expressar, se comunicar e viver, livremente, a vida.

 

ANDRÉ MEHMARI E ANTONIO LOUREIRO  

O Vibra por Antonio Loureiro: "O Multi instrumentista se dedica exclusivamente ao vibrafone neste trabalho. De forma bem incomum, interpretam composições próprias e releituras de Guinga, Bjork, Jimi Hendrix e Toninho Horta"

André Mehmari e Antonio Loureiro formaram este duo em maio de 2015, desde então fizeram alguns concertos, incluindo a premiere da composição de André Mehmari para vibrafone, piano e orquestra no Savassi Jazz em Belo Horizonte com a OSMG. Este ano o duo irá gravar seu primeiro disco. No projeto Mehmari toca piano, sintetizadores, flauta baixo e voz e Loureiro vibrafone, bateria e voz.

 

AMOY RIBAS

O percussionista, compositor e pesquisador Amoy Ribas nasceu em Brasília morou na Índia, Alemanha, Recife, no norte de Minas, Rio de Janeiro em São Paulo, sempre atento à música, imprime em seu trabalho as várias influências pelas quais passou. A mistura de técnicas e estilos distintos é característica marcante do músico, que busca extrair todas as possibilidades sonoras dos instrumentos.

Sua percussão despertou o interesse em grandes nomes da música como Richard Galliano, Hermeto Pascoal, Gilson Peranzzetta, Marco Pereira, Guinga, Jacques Morellenbaum, Hamilton de Holanda, Raul de Souza, Toninho Horta, Nailor Proveta, Billy Blanco, Beth Carvalho, Leila Pinheiro, Joyce, Moacyr Luz, J. T. Meireles, Toninho Ferragutti, Arismar do Espirito Santo, Jeff Coffin, Carlos Malta, Mauro Senise e Paulinho Moska, com os quais o percussionista fez shows no Brasil e no exterior. Sua música também o levou a trabalhos com Ed. Kowalczyk, da banda LIVE, com a banda O Teatro Magico, com o rapper Rashid, com a cantora Mart’nalia e o cantor Wando.

Ao longo de sua carreira, já participou de importantes festivais, como Jazzrally, Traumzeit (Alemanha), Festival Del Caribe (Cuba), La Paz Festjazz (Bolívia),  Tudo é Jazz e BMW Jazz Festival (Brasil). Amoy também excursionou pelo EUA, França, Israel, Tunísia, Argélia, Palestina, Republica Dominicana, Porto Rico, Suécia, Finlândia, Dinamarca entre muitos outros.

Em 2004 e 2007, foi o mais jovem solista da Orquestra WDR de Colônia, ao lado de Joyce e do pianista e arranjador Gilson Peranzzetta. Em 2006, participou do DVD "Sinfonia do Rio de Janeiro" de Billy Blanco e Tom Jobim e gravou o CD Luz Negra de Richard Galliano com participação de Hamilton de Hollanda. No final de 2007, participou do concerto de Richard Galliano e Gary Burton, na sala Pleyel em Paris. Em 2008, gravou com Mart'nalia e apresentou-se no Projeto Aquarius.

Em 2007 lançou seu primeiro disco solo – Batuke no Batike –-, muito bem recebido pelo público em diversas apresentações no Brasil. Em 2008, gravou um disco em formação de trio, com o grupo RAL 3, na Alemanha. Em 2009 foi agraciado pelo prêmio Pixinguinha para a gravação e turnê do seu terceiro CD, Tambores de Apuama. Em 2013 lançou o CD Fora dos Eixos com o grupo choro & Cia, com músicas inéditas e raras de Ernesto Nazareth, em comemoração aos 150 anos do compositor.

No começo de 2015, Amoy Ribas gravou seu trabalho em duo com Gilson Peranzzetta, o CD Repercutindo pela gravadora Fina Flor, que mostrar a integração do vibrafone e da percussão brasileira com o piano. O resultado é uma mistura do rústico som dos tambores afro-brasileiros com harmonias de sonoridade moderna e criativa. Amoy e Gilson dividem as composições e arranjos, nos quais usam vibrafone, zabumba, pandeiro, berimbau, didgeridoo, Ilu entre outros instrumentos, sempre explorando sons acústicos e timbres orgânicos na interação com o piano.

Amoy Ribas transcende o conceito da percussão como simples acompanhamento procurando novos sons no universo percussivo, o que torna sua música vibrante e propositiva, integrando-a com igual relevância aos outros instrumentos.

"Amoy, puro talento, a serviço de uma música brasileira calcada nos ritmos tradicionais e direcionada para o futuro.
 Frescor, beleza, sensibilidade, raça, fluem de dentro."
(Guinga)

"Um dos melhores percussionistas do mundo"  (Hermeto Pascoal)

 

DUO CLAVIS (LONDRINA)

O Vibra por Marcello Casagrande: "O vibrafone tem a modernidade em sua essência."

O Show do Duo Clavis, de Londrina-PR, apresenta um repertório da música instrumental brasileira e internacional, que conduz o ouvinte, através de seus timbres (vibrafone/marimba & piano) e texturas sonoras por seus arranjos próprios e performances de obras inéditas.  Em 2010 os músicos londrinenses, Marcello Casagrande (vibrafone) e Mateus Gonsales (piano) formaram o Duo Clavis para desenvolver um repertório de música de câmara instrumental, sempre destacando suas características principais:  como a criação e divulgação do repertório da música brasileira instrumental, a divulgação de sua formação instrumental ainda pouco convencional ao grande público brasileiro, e principalmente o uso da improvisação (influência do Jazz) como elemento essencial para a experimentação e estruturação criativa de seu repertório.  Neste show o Duo Clavis apresenta algumas músicas de seu CD “Duo Clavis” (2015) e arranjos de composições de grandes nomes da música instrumental.

Marcello Casagrande: vibrafone e Mateus Gonsales: piano

 

ALISSON AMADOR

O Vibra por Alisson Amador: Tudo Vibra”

Formado em 2014 pelos músicos Jussan Cluxnei e Alisson Amador, o Duo VibrAr marca o início da parceria entre grandes amigos admiradores da música em geral, seja ela popular ou música de concerto (erudita). Sua formação pouco convencional possibilita novas abordagens de obras já conhecidas de compositores como: Sivuca, Guinga, Garoto, Paulinho da Viola e outros. O duo também apresenta composições próprias pensadas especialmente para a interessante sonoridade resultante do encontro do clarinete com o vibrafone. Com menos de um ano de existência o Duo VibrAr foi premiado com o 1° Lugar no "13° Prêmio Nabor Pires de Camargo - 2014" e com 4° lugar no "1° Festival de Choro Jorge Assad -2014".

 

FRED SELVA TRIO (BH)

Fred Selva Trio, formado em 2014 por Fred Selva (vibrafone), Frederico Heliodoro (baixo) e Felipe Continentino (bateria), explora novas linguagens na música instrumental, tendo a improvisação livre e o experimentalismo como mote principal. O Trio aponta a construção de uma sonoridade nova, contemporânea, que vem se destacando em Belo Horizonte pela originalidade.
Em 2015, Selva foi vencedor do XVI Prêmio BDMG Instrumental, lançou seu primeiro disco "A Estranheza e o Poliglota" e apresentou essas composições no programa Instrumental SESC Brasil.

 

GUGA STROETER

O Vibra por Guga Stroeter: ao lado da harpa, o vibrafone é o mais celestial dos instrumentos... e com certeza o mais infantil da orquestra”

Dentro da série "Vibras na Central", Guga Stroeter & HB Jazz Combo apresenta um repertório onde o vibrafone está a serviço da canção popular, influenciada pelo "cool jazz" Mesclando composições próprias e alguns clássicos de jazz, através de procedimentos minimalistas de arranjos, Guga procura chamar a atenção para as particularidades timbrísticas do instrumento. 

Convidados especiais: Pepe Cisneros – piano, Grasi Piasson – voz, Jorge Cirilo – sax e

Noa Stroeter – contrabaixo.

 

ANDRÉ JUAREZ & LE PETIT COMITÉ EM “VINTAGE”

O Vibra por André Juarez: Vibrafone - difícil de tocar, difícil de carregar, difícil de arranjar emprego... Tudo difícil... mas vale o velho ditado "o coração tem razões que a própria razão desconhece". Se eu pudesse começar outra vez, seria vibrafonista novamente

Inspirada na sonoridade do grupo norte-americano Steps Ahead (vibrafone, saxofone, guitarra, baixo e bateria), o AJ & Le Petit Comité fez uma pesquisa sobre bandas que atuaram no cenário do rock e do pop brasileiro desde o final dos anos sessenta. Essa pesquisa resultou em um repertório de temas que se adapta muito bem, tanto à formação inusitada, quanto à particular linguagem instrumental do conjunto. Foram incluídas músicas de grupos como Secos e Molhados, Novos Baianos, Milton Nascimento e Clube da Esquina, Elis Regina, Pepeu Gomes, Wilson Simonal e Raul Seixas. Além disso, o cd também conta com composições originais de integrantes da própria banda, todas com forte influência da sonoridade vintage do final da década de 60.

A banda Le Petit Comitê busca com o trabalho “Vintage” consolidar e divulgar a sua identidade sonora dentro do cenário da música instrumental brasileira, seja pela utilização de instrumentos eletrificados e com recursos MIDI, bem como pelo repertório baseado no cancioneiro popular do Brasil.

Podem ser mencionadas como fortes influências da banda a música de: James Brown; Moraes Moreira e Novos Baianos; Mike Mainieri e Steps Ahead; Djavan; Milton Nascimento; Keith Jarret; Nei Matogrosso; Secos e Molhados; Mike Stern; Michael Brecker; John Scofield; Medesky, Martin and Wood; Herbie Hanckok; Stevie Wonder, Jimmy Hendrix; Pepeu Gomes; Jackson do Pandeiro; Hermeto Paschoal; Bobby Hutcherson, Roy Ayers Steve Ray Vaughn, e Gary Burton.

Criado em Boston (EUA) em 2001 pelo vibrafonista André Juarez, o grupo tem como principal característica uma sonoridade refinada, porém popular e de fácil comunicação com o público. Sua ideologia é baseada no swing e em uma contagiante mistura de ritmos, e o seu repertório é formado por diversos estilos: Jazz-Rock,

Jazz-Funk, MPB, Acid Jazz e Rock progressivo. O grupo se apresenta em casas noturnas, teatros, igrejas, escolas, programas de rádio e televisão, e demais espaços públicos. Em 2014, com o apoio da Universidade de São Paulo, o Le Petit Comité fez uma extensa turnê por vários países europeus. Também em 2014, o grupo excursionou por diversas cidades brasileiras com o apoio do Proac ICMS. Agora em 2015/2016, o AJ & Le Petit Comité está fazendo outra turnê por todo o Brasil com o patrocínio do Ministério da Cultura/Bradesco (Lei Rouanet).

O grupo já gravou dois CDs que, embora não tenham sido lançados comercialmente, tiveram grande sucesso de público e crítica: “Pirata” e “Ao Vivo No Espaço Zé Presidente”. O mesmo ocorreu com o DVD “LPC Ao Vivo no Centro Cultural SP”. O cd “Vintage”, novo projeto da banda AJ & Le Petit Comitê, é formado por um conjunto de releituras instrumentais inéditas para clássicos do rock nacional dos anos 70, 80 e 90, além de composições originais de seus integrantes.

Na sua formação atual conta com André Juarez – vibrafone MIDI, piano e arranjos; Luis Fernando Rovai - guitarra; Jerôme Charlemagne - saxofones; Cassiano Nogara - baixo elétrico; e George Arnaldo – bateria.



CLIPPING :

http://www.azoofa.com.br/show/2016/01/22/6812-andre-mehmari-e-antonio-loureiro

http://www.institutopinheiro.org.br/eventos/andre-mehmari-e-antonio-loureiro-2/#.Vpz6IWfSmZM

http://www.ejazz.com.br/agenda/sp-detalhes.asp?cdEvento=20759&cdLocal=2964

http://guia.uol.com.br/sao-paulo/shows/detalhes.htm?ponto=andre-mehmari-e-antonio-loureiro_516201723

http://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=76729

http://jornaldagente.tudoeste.com.br/…/central-das-artes-t…/

http://www.dicasmusicaisdasemana.com.br/…/664-sexta-feira-2…

http://guia1.folha.com.br/…/instr…/2308199/ricardo_valverde…

http://guia.uol.com.br/sao-paulo/shows/detalhes.htm…

http://guia1.folha.com.br/guia/shows/outros/3083268/nelton_essi?q=central

http://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php…

http://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php…

http://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php…

http://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=76488

http://www.slmusicmagazine.com/vibrafones-sao-destaque-em-sao-paulo/

http://guia1.folha.com.br/guia/shows/instrumental/3083333/andre_mehmari_e_antonio_loureiro?q=central

http://guia1.folha.com.br/guia/shows/instrumental/3087640/duo_clavis?q=central

http://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=76730

http://www.azoofa.com.br/show/2016/01/30/6859-le-petit-comite

http://www.institutopinheiro.org.br/agenda-shows-central-das-artes-sp/?localidade=sao-paulo#.VqY20WfSmZM

http://www.azoofa.com.br/show/2016/01/27/6855-fred-selva-trio

http://www.ejazz.com.br/agenda/sp-detalhes.asp?cdEvento=20787&cdLocal=2964

http://www.slmusicmagazine.com/vibrafones-sao-destaque-em-sao-paulo/

http://www.slmusicmagazine.com/vibrafones-sao-destaque-em-sao-paulo/

http://guia.folha.uol.com.br/shows/2016/01/1734567-sexta-feira-tem-shows-de-zizi-possi-alaide-costa-china-e-luiz-melodia-em-sp.shtml

http://jornaldagente.tudoeste.com.br/2016/01/14/central-das-artes-traz-expoentes-do-vibrafone-para-shows/

 

 

Idealização e Produção

Lucia Rodrigues