Bedibê - América

 

 

Ajude a Bedibê a gravar seu segundo álbum.

 

Salve, amigas e amigos, a Bedibê está com dez músicas lindas e novas prontinhas para serem gravadas em seu segundo disco, “América”, mas para terminá-lo precisamos da sua ajuda!


Estamos muito felizes com os resultados das gravações que começaram lá atrás, em 2017 (pois é o processo é lento e... caro), e podemos garantir que vem coisa bonita por aí. Depois de raspar nosso cofrinho resolvemos pedir uma ajudinha dos nossos amigos, ouvintes, pessoas que colaram nos shows, que curtiram nosso primeiro disco “Envelhecer” ou que assistiram nosso clipe “Esquina” e formam nossa família. Mas quem ajuda não fica de mãos abanando! Em troca da sua participação no “América” pra bancar os custos de mixagem, masterização e gravação que faltam, oferecemos diversas recompensas que vão do disco físico, a shows exclusivos e presentes limitados.

 


América aprofunda nossas pesquisas da  música brasileira dos anos 60 e 70, presentes no nosso disco “Envelhecer”, e estende suas influências para a música dos hermanos latinos, tanto em suas letras e temática, quanto em suas melodias e arranjos- que se traduz na presença de instrumentos como charango, cajon, cavaco, pandeiro, bongô, piano e guitarra.


Menos pop e solar do que o disco anterior, reflexo direto dos tempos em que vivemos, o novo trabalho tem como temas centrais as relações familiares e a nostalgia, puxados por cenas e histórias de deslocamentos sejam - viagens, exílios ou migrações. A sonoridade caipira-urbana acompanha grande parte das canções, trazendo para São Paulo (cidade onde a banda se formou) o cheiro de mato da infância de boa parte dos integrantes.


O disco tá ficando lindo! Produzido mais uma vez pelo talentoso Gabriel Nascimbeni (único participante brasileiro da Red Bull Music Academy 2010, em Londres) ele está sendo gravado no Trampolim Estúdio, onde já gravaram  Criolo, Steve Shelley  (baterista do Sonic Youth), Felipe S. (Mombojó), Barbatuques, Gaby Amarantos e outros excelentes músicos. Fabio Barros e Habacuque Lima completam o time por trás da técnica e ainda contaremos com a brilhante participação da diva Nayra Lays, uma das jovens  revelações do Grajaú, celeiro de músicos da zona sul paulistana.Temos metade das músicas gravadas e mixadas, precisamos de ajuda para o restante. Quem conhece o processo de gravação de um disco sabe que ele envolve várias fases (gravação, edição, mixagem, master), muita gente envolvida e, por isso, o custo é bem salgado.


Qualquer ajuda é uma maravilha, agradecemos de coração!



Calma, antes de eu contribuir me explica como funciona essa parada? E minhas recompensas?
A coisa é simples: você escolhe o valor com o qual pode contribuir e, para cada montante, nós oferecemos uma recompensa especial. Assim todo mundo ganha. Tudo pensando com muito amor, carinho e gratidão pela ajuda de vocês <3

 

Meta 1 - R$ 7.000 - mínimo para conseguirmos terminar o disco e prensar

Meta 2 - R$ 12.000 - coisa linda demais, além de terminar o disco, prensar ainda conseguiremos fazer os clipes

 


“América” FAIXA A FAIXA:

- O céu distrai 
Das mais pops do disco, o tema “viagem” é abordado em uma mistura de folk e baião que faz referências à música sertaneja no refrão com duas vozes e melodia grudenta onde se destaca a escaleta.

 

- Exílio
O retalho de lembranças de uma cidade do interior, nos anos 90, forma essa nostálgica canção em formato de dueto de vozes masculina e feminina temperado por um melódico xilofone.

 

- Carta ao filho
“Meu filho o que importa é só o amor que me deram e hoje te dou”, diz o refrão desse rock rural  esperançoso e percussivo para um “filho que ainda não nasceu”.

 

- Pai
Raro indie rock no disco, a canção melancólica une baixo distorcido e batidas que remetem ao eletrônico, num apelo sentimental para que um pai “cesse de morrer. Saem as influência de Pena Branca e Xavantinho e  Renato Teixeira e entram ecos de “Ok Computer”.

 

- Vamos festejar
“Aqui tá ruim tá muito difícil, é até melhor você ficar… Nós vamos festejar.” As recordações nostálgicas mudam do sertão pra beira mar e propõe não deixar de dançar, mesmo em tempos mortos. Parceria com a amiga Bianca Mezher. 

 

- Baile no canto da terra
“Errante, num passo adiante, vamos além, de pedra em pedra embala a curva que dirá…”
Um andarilho sempre em movimento caminhando pela América sofrida e festiva ao som de charango e percussão. 

 

- Janela
“Da janela de casa se vê sombras que da construção/ desenham em mim um porque estamos sorrindo ou não/eu moro num lugar antigo/e os meus amigos também moram comigo”, de um prédio antigo da Lapa paulistana, um velho morador assiste a gentrificação do bairro embalado por dedilhados de violão.

 

- Desamparo
“Volto ao Oeste/Nos campinhos de várzea voam sonhos/desbicando flores, jogando taco/Cachorros magros, línguas ao vento/Queimam as estrelas no vácuo”. Inspirado no clássico “Vuelvo al sur”, um caipira volta ao oeste da sua infância habitado por pipas bélicas, campeonatos de taco e um baixo minimalisticamente melódico.

 

- Modinha
A revelação Nayra Lays é nossa convidada nesse folk pop que encerra a trilogia familiar com uma volta às raízes sentimentais: “Pra mamãe fiz a canção/peguei meu violão/comecei nossa oração/canção-libertação/Se inundo o mundo/Com meu pesar profundo/esquecer/das raízes, não vou/apagar minhas pegadas, não.”

 

- Canção do Pó
Nossa “Romaria” punk rock encerra “América” com seu retrato poética do êxodo rural: “quando parei aqui só possuía um olhar/Assustado diante do rio, pensando que fosse o mar/ Ontem me julgava ilha, hoje gota no oceano/Parte da massa caipira, caída no inferno urbano”.

 


Sobre a Bedibê:
NZ

 

Logo após lançar o disco "Envelhecer" e o clipe para a música "Esquina", a banda Bedibê ganhou elogios e recomendações em veículos como Play TV, Papo de Homem, Papel Pop, Miojo Indie, Moozyca e Spotify (que inseriu uma música na playlist com indicações de novos sons brasileiros). A "Bedibê" é uma banda com raízes no interior, mas formada em São Paulo por Diego Bravo (percussão, escaleta e voz), Fred Di Giacomo (baixo e voz), Karin Hueck (voz e teclados) e Tiago Van Deursen (voz, violão, cavaco e gaita). 

 

Assista ao belo clipe de "Esquina"- uma animação do artista mineiro Alisson Lima:

 

 

Ouça o disco "Envelhecer" completo:

 

- Spotify: https://goo.gl/b79UWp

 

- Youtube: https://goo.gl/FVoJFs